Belém : Vendas abaixo do esperado obrigam construtoras a repensar projetos.

A nota acima foi publicada na coluna de hoje de Mauro Bonna, no Diário do Pará, mas já era conhecida do mercado há alguns meses. O empreendimento abortado pela PDG, uma das maiores do mercado, não foi o primeiro e nem será o último. A Capital Rossi, precisou fazer o mesmo, em um empreendimento na antiga Fábrica Vitória na BR-316.

Para os mais esquecidos entretanto, outro exemplo, o que seria um dos mais exclusivos apartamentos da capital paraense, o Portal do Mangal, que estaria em frente do atual Portal da Amazônia, foi vendido e depois, também foi abortado pela Inpar, hoje Viver.
E como ficam os direitos de quem comprou e não levou. Para isso, é preciso estar de olho no contrato assinado. Existe uma cláusula, em que se autoriza, a desistência do projeto, caso não seja realizado um número determinado de unidades vendidas, que permita confirmar a segurança do investimento. Nesses casos, o dinheiro poderá ser devolvido corrigido, mas sem danos ou quaisquer outro valor alegado ao comprador.
O problema é que muitos, sequer lêem os contratos, e acabam surpreendidos como esta situação. Mais que isso, a falta de informação e de proatividade do mercado, no sentido de dar transparência como fazem as montadoras de carro quando precisam fazer um "recall" estimulam boatos, que acabam estendendo os problemas a outros empreendimentos que já passaram deste ponto crítico e por isso, vão realmente sair do papel. Para esse últimos, não precisam ficar com medo.
O mercado se adapta a novos dias e os consumidores também precisam estar atentos a essa nova realidade.  

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