Ciência: Pode a arquitetura alterar o cérebro?

Arquitetos, desde sempre, são profissionais cuja área de atuação toca muitos outros campos da atividade e do conhecimento humanos. A engenharia, o mais óbvio. A arte, idem. Mas também a física e a filosofia. E (por que não?) a neurociência.
Em maio deste ano, o envolvimento entre aqueles que pensam o espaço e aqueles que estudam o próprio pensamento se aprofundou. Na convenção anual de arquitetos, nos Estados Unidos, o sociólogo e arquiteto John Zeisel se aventurou a palestrar sobre neurociência. Para a sua surpresa, a audácia foi bem recebida e a sessão se prolongou além do previsto, repleta de perguntas da plateia.
Sua pesquisa tratava dos ambientes construídos para receber pacientes de Alzheimer. “Os arquitetos já entendem de estética e psicologia, o próximo passo é compreender o cérebro e seu funcionamento, percebendo por que as pessoas se sentem melhor em certos ambientes”, instigou.
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