Patrimônio: Sem planejamento, casarões viram estacionamento em Belém

Carros demais para movimentar a economia e atender aos anseios da emergente classe média brasileira, planejamento urbano de menos. Ou melhor, quase nenhum. Tá feita a receite explosiva que sufoca a metropole e destrói a história em uma região que já foi referência de arquitetura portuguesa para o país.
A crescente demanda por vagas para estacionamentos e o descaso com o Centro Histórico de Belém transformaram prédios tombados como patrimônio histórico e cultural da cidade em grandes parques para comportar carros e motos durante o dia - e até à noite.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que é responsável pela área, diz que não tem contingente para fiscalizar todos os prédios, mas que trabalha a partir de denúncias. Nas vias públicas, a tendência é de se reduzir ainda mais os estacionamentos, de acordo com a Companhia de Transportes de Belém (Ctbel), como forma de garantir o fluxo

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