Rebaixamento da nota da China pode agravar crise nos mercados

Bastou uma agência de risco rebaixar a dívida americana para o mundo coltar a viver o medo da crise de 2008. Uma crise , que segundo analistas não acabou, e que pode gerar situações ainda mais graves.
Depois dos Estados Unidos, a ameaça agora se volta para a grande vedete da economia mundial. Por causa da China a coisa não foi pçrobrejos nos cenários anteriores.

Mas o país tem problemas para manter essa dualidade antes impensada capitalista-comunista. O que é impensável também são os efeitos decorrentes de uma desconfiança do mundo sobre a saúde do sistema chinês em se manter nos níveis atuais. E isso atinge em cheio mercados como o imobiliário.

   A China enfrenta a possibilidade de um rebaixamento no seu rating (nota) de dívida em moeda local nos próximos dois anos em consequência do aumento das falências e da inflação alta que se seguiram à expansão do crédito nos últimos anos, afirmou a agência de classificação de risco Fitch. Atualmente o rating da China em moeda local é classificado em AA- pela Fitch.

A agência alertou que os formadores de política chineses enfrentarão um dilema sobre como responder a outra crise global, já que a alta dos preços e as dívidas impedirão um novo plano de estímulos como o lançado há três anos. Em abril, a Fitch rebaixou a perspectiva para o rating em moeda local da China de "estável" para "negativa" em razão de preocupações com o grande aumento da dívida potencialmente desestabilizadora desde o fim de 2008.
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