Minha Casa, Minha Vida. Crise reduz subsídios e diminui alcance do programa em 2015.

No esforço para criar uma agenda positiva um dia após os protestos contra o governo que reuniram multidões em diversas cidades do País, o governo reafirmou nesta segunda-feira a meta de contratar a construção de 3 milhões de unidades, na terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida. Mas, ao menos no início, será uma versão mais modesta, adaptada às novas condições econômicas e financeiras, segundo o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

Isso quer dizer que em 2015 as contratações devem ser menores principalmente na faixa 1, para famílias com renda de até R$ 1,6 mil, que conta com subsídio de até 95% dos cofres federais. As contratações serão distribuídas ao longo do tempo, para causar menor pressão no Orçamento.

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