Tendências: Mercado imobiliário sonha com reaquecimento depois das eleições.

A instabilidade em meio a ameaças de estouro da "bolha" tem tirado o sono dos operadores do mercado imobiliário pelo Brasil. Preços nas alturas, clientes que sumiram do mapa e um endividamento perigoso, que pode comprometer o rico filão do financiamento, que move a maioria das operações, apontam para um futuro duvidoso.

Um diretor da RealtON, primeiro outlet de imóveis novos do Brasil, Rogério Santos, em entrevista ao Infomoney, defendeu que depois das eleições o setor deve voltar a se aquecer. “O mercado deve voltar a se estabilizar apenas depois das eleições, já entrando em 2015”, afirma.

Prevalecendo este cenário, o momento seria bom para adquirir um imóvel, uma vez que acabando as incertezas do mercado, os negócios tendem a negociações mais desvantajosas para quem compra.  

A análise é relativa. Uma vez que a eleição preocupa o país, sobre os rumos que devem ser dados a economia, por outro lado, seja quem levar os votos, vai enfrentar pelo menos  dois anos difíceis. O Brasil não fez a lição de casa. Não aproveitou os anos de " vacas gordas“ para criar instrumentos necessários para suportar anos difíceis que normalmente sucedem aos tempos de bonança.

O mercado precisa reduzir valores, em uma equação delicada, uma vez que as empresas brasileiras se acostumaram com dinheiro sobrando, e tem sérias dificuldades com o controle de custos. Soma-se a isso o tal Custo Brasil. Imposto e burocracia demais para serviços de menos.

Na ótima do Blog do Imóvel, pode ser qu a partir de janeiro, as perspectivas melhorem, mas ainda devem estar longe do cenário ideal, que só vai acontecer quando se repensar a atividade, esquecendo que o boom, ficou para trás. 

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