MERCADO. Banco Central quer uso do cartão para compras de imóveis.

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Em sua primeira avaliação sobre a indústria de cartões desde que passou a regular o setor, há um ano, o BC mandou esse recado ao setor.  Espera-se que o setor privado incorpore essa “dica” em seu negócio. Se não houver sinais de melhoria nos produtos e serviços, o BC pode lançar novas normas que têm de ser seguidas pelas empresas.



No documento, publicado em julho, o BC avalia que, apesar da forte utilização de meios eletrônicos em transações de baixo valor, principalmente dos cartões, o cheque ainda é a principal forma de pagamento em valores mais elevados. Isso ocorre, diz o Relatório de
Vigilância do Sistema de Pagamentos Brasileiro, porque a decisão de aceitar cartões é baseada em um porcentual sobre o valor do bem ou serviço. No caso de cheques, o custo independe da quantia expressa no papel.

“O BC incentiva a indústria a buscar soluções que colaborem com o objetivo de promover a redução da utilização de instrumentos baseados em papel, que carregam pesados custos para o próprio mercado, bem como para a sociedade, principalmente nas transações de altos valores unitários”, diz o relatório.

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