Febre: Americano já prefere ser corretor a advogado

Há um grupo crescente de corretores jovens e bem relacionados que encontraram sucesso no mundo dos imóveis de alto luxo nos Estados Unidos. Vender imóveis é mais atraente agora que as opções mais tradicionais, como finanças e advocacia, ficaram mais difíceis com a crise no país. Além disso, os programas de reality TV mostrando corretores imobiliários deram charme à profissão, atraindo mais jovens ambiciosos, universitários recém-formados que veem a atividade como uma carreira e não um trabalho temporário, mostra reportagem publicada no site do The Wall Street Journal.

“Estamos vendo mais e mais jovens entre os profissionais, sobretudo agora que o ambiente de trabalho ficou mais difícil”, diz Yuval Greenblatt, vice-presidente executivo que supervisiona uma equipe de uns 125 agentes na corretora Prudential Douglas Elliman, em Nova York, em entrevista ao The Wall Street Journal. “É muito duro para um jovem conseguir um emprego com um salário decente, enquanto nos imóveis se pode ganhar US$ 200.000 ou US$ 300.000 [por ano] depois de um ou dois anos”, acrescenta.

Segundo Greenblatt, cerca de 25% da sua equipe têm menos de 30 anos, comparado com apenas 10% há cinco anos.

Um desses jovens é Oren Alexander, que, em agosto, bateu todos os recordes imobiliários ao vender a residência mais cara já oferecida na região de Miami, uma propriedade de US$ 47 milhões em Indian Creek. Apenas um mês antes, ele havia completado 25 anos. Agora, ele está vendendo duas propriedades adjacentes em Alpine, no estado americano de Nova Jersey, com preço total de US$ 95 milhões.

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