Trem Bala: Nova cidades ao longo da linha podem fazer projeto decolar


A principal estratégia para vencer a resistência ao projeto que no último leilão não levou nenhum interessado a lances, está associado aos empreendimentos imobiliários que podem ser construídos no entorno das estações, produzindo receita extra. 

O jornal O Estado de São Paulo divulga que a intenção do governo é fazer a declaração de utilidade pública dos terrenos próximos das paradas do trem antes da segunda fase de licitação. Ele também será responsável pela desapropriação das terras.
No modelo anterior, as áreas teriam de ser adquiridas pelos investidores, o que tornou muitos projetos imobiliários inviáveis. Essa era a aposta, por exemplo, do consórcio coreano, que projetava construir "novas cidades" ao lado dos trilhos.

Mas, sem declaração de utilidade pública, qualquer empresa que não estivesse ligada ao trem-bala poderia explorar a área. "Ninguém ia querer vender um terreno com grandes potenciais de ganhos. Se vendessem, iam jogar o preço lá em cima", diz um investidor.

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