Sam Zell: Movimentação assusta mercado imobiliário brasileiro

A ação é típica dos grandes jogadores do mercado financeiro. Identifica a oportunidade quando ela está nascendo, investe-se a preços muito baixos, espera-se o máximo de valorização e vende-se assim que se percebe que esperar demais vai gerar prejuízos.

A movimentação do mega-investidor norte-americano Sam Zell, que praticamente encerrou sua participação na Gafisa, BR Malls e agora Bracor pode ser um indicativo importante para os mercado nos próimos anos.

A Equity Internacional, de Zell que já chegou a ter 50% dos seus negócios no Brasil, é a maior acionista individual e foi co-fundadora da Bracor, que deva ser desativada. No conglomerado, sócios do porte de Royal Group AE (conglomerado de família real de Abu Dhabi), Morgan Stanley Real State, W.R. Berkley e Itaú BBA.

O fundo diz que é apenas mais um negócio. Compraram barato e venderam caro. O que isso pode indicar nas entrelinhas é que atingimos o pico. Um executivo comprara que os preços no Brasil estão altos, como no México há cerca de quatro anos. Isso significa, no mínimo, retornos menores.

Com menos dinheiro nas bolsas, o perfil e a saúde das empresas nacionais pode precisar viver um novo momento. Crescer com dinheiro sobrando é fácil. Já em outro cenário...

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