A hora H da Arena do Leão e a da venda do Baenão


Termina neste dia 23 de abril o prazo final do compromisso firmado entre a Leal Moreira/Agre para assinar a promessa de venda e compra e sinalizar a aquisição dos 165.000 m2 que podem abrigar a Arena do Leão, dada em troca dos 27.000 m2 do Baenão.
O problema pe que antes de pagar é preciso fechar acordo com o Tribunal do Trabalho. A juíza Selene Duarte, chega de viagem na terça-feira, e para autorizar a baixa da penhora. Segundo o jornalista Carlos Ferreira, os compradores terão que assumir R$ 8 milhões em 96 processos de dívidas trabalhistas devidos pelo Remo.
No TRT, entrada de R$ 1 milhão de entrada e o resto em 23 mensais, com garantia bancária para liberação da penhora. Isso além do sinal de R$ 400.000 que precisa ser pago na confirmação da proposta no dia 24.

O projeto nem começou e já está mudando para se adaptar ao terreno. No lugar de 200mts X 480 mts incialmente pensados, agora é 160 mts X 1000 mts. E nessa questão da metragem, mas um problema. No papel são 1000 mts de fundo, na prática não. pouco depois da metade dessa distância passa a Rua do Fio, que divuide a área de uma inavsaão urbana com centenas de casas.

Um arquiteto estuda possibilidades de manter o projeto em forma de ferradura, retangular ou com os cantos arredondados. A decisão precisa fazer quase que um milagre. Um apertadíssimo orçamento de R$ 18 milhões, quando Marabá indica que para um estádio menor, vai precisar de R$ 40 milhões e O Grêmio gaucho aponta para R$ 200 milhões em uma arena de 50 mil torcedores.

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