Tecnologia. Brasileira quer imprimir moradias em impressora 3D.

A brasileira Anielle Guedes impressiona. Não só pelo conhecimento sobre tudo que fala, mas também pela experiência. Já foi tradutora da Anistia Internacional, filmou um documentário que foi apresentado na Unesco, discursou duas vezes na ONU e participou de um curso na Agência Espacial Americana (Nasa). Hoje, com apenas 22 anos, ela é dona de uma startup que quer reduzir os custos da construção civil utilizando impressão 3D.
A paulistana começou cedo a chamar a atenção dos pais. Com 6 anos, lia tudo o que via pela frente: de bulas de remédio a enciclopédias. Além disso, não se conformou quando escutou a música My Heart Will Go On, da Céline Dion, por não aceitar que existiam pessoas que se comunicavam em outro idioma. Resolveu aprender inglês. Aos 13, com a língua já fluente, passou a colaborar como voluntária na Anistia Internacional, traduzindo textos.
Mais velha, entrou nas faculdades de Economia e Física. Trancou as duas, por não encontrar o que queria. Ano passado achou o caminho: durante um curso realizado na Singularity Universtiy, na Nasa, a jovem entrou em contato com empresas que realizavam impressão 3D de materiais de construção, o que diminui gastos e corta prazos. Encantada com a tecnologia, resolveu criar a sua própria startup: a Urban3D.

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