Arquitetura: Transformaram a igreja em um loft.

Ao invés de demolir, preservar. E quando o assunto é patrimônio histórico e arquitetônico, os holandeses vão além. Moralismos à parte, até em seus hábitos mais cotidianos (como o de moradia) eles se mostram avançados, e têm demonstrado que velhas igrejas também podem ser readaptadas para receber novos usos, inclusive o residencial.
A chamada “Church of Living” (“igreja de habitar”, numa tradução livre), em Utrecht, é mais um exemplo das várias igrejas que, por ausência de fiéis e altíssimos custos de manutenção predial foram compradas por particulares que não quiseram deixar a peteca da tradição cair -pelo menos nos seus aspectos estéticos.

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