Comercial: Lojas sem vitrine atraem consumidores

O conceito das unidades foi criado pela Marton&Marton, empresa especializada em soluções em arquitetura de varejo. Para José Marton, fundador da empresa, as lojas sem vitrines podem ser comparadas à internet. “Hoje, não há mais espaço para barreiras. Qualquer tipo de acesso ao consumo deve ser livre. Tirar o vidro torna uma loja mais simpática, receptiva e democrática, aumentando as vendas”, diz Marton, que também “arrancou” as vitrines de lojas como Eudora, do grupo O Boticário, e Lool.

Quando aconteceu a mudança na arquitetura das lojas Barbara Strauss, seus colaboradores passaram por um treinamento para que entendessem o novo conceito e, a partir daí, fossem criadas estratégias para a decoração da loja e a abordagem dos clientes. “Nossas vendedoras sempre perguntam às consumidoras se elas conhecem a loja, apresentam o espaço e explicam que elas podem tocar nas joias e experimentá-las”, afirma Leal.

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