Gigante mexicana Homex patina no Brasil

Esse é um bairro novo da periferia da cidade do interior de São Paulo, feito para brasileiros que ganham até seis salários mínimos, mas concebido por mexicanos. O Jardim das Paineiras, como foi batizado, é o primeiro empreendimento da maior construtora do México - a Homex - no Brasil.

O ambiente inacabado e carente de aperfeiçoamento é reflexo de como tem sido a experiência da companhia em terras brasileiras desde o fim de 2007, quando a Homex desembarcou no País. Na época, a chegada causou alvoroço entre os concorrentes. Muitos deles já haviam visitado a sede da empresa no México para conhecer (e copiar) sua estratégia de construção em série de imóveis para baixa renda.

Lá, ela é uma potência. No ano passado, vendeu 58 mil unidades, enquanto as três maiores empresas imobiliárias brasileiras - PDG, Cyrela e MRV - comercializaram aqui, juntas, 63 mil. No Brasil, a Homex é apenas uma sombra de sua operação mexicana. Só neste ano a filial conseguiu concluir a venda das primeiras 570 unidades: o que representa menos de 1% das vendas globais da empresa. "É insignificante", admite a presidente da Homex no Brasil, a mexicana Érika Taboada. Mais

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